
De todos os dias que compuseram as férias aqueles que em lugar especial guardo foram aqueles que passei com pessoas especiais.
Começando pela Costa da Caparica e aqueles saborosos dias de descanso e praia, aquelas praias mais ou menos cheias, o barulho das ondas, a brisa do mar, o sol tórrido, o escaldão, os passeios.
O Portinho da Arrábida e a sua paisagem deslumbrante compensam largamente a água fria e a areia pedregosa. Juntando a calma da praia e a paisagem reconfortante que se vê da estrada até lá chegar fazem deste um local a revisitar, outra e outra vez.
Do Super Bock Super Rock guardo uma mão cheia de concertos excelentes, que teve o seu ponto alto nos The Killers. Juntando isso a uma tarde espectacular de início de férias e à melhor companhia, tem-se uma tarde/noite para recordar. Tirando as 3 horas de fila para jnatar porque a ASAE decidiu implicar com os espaços que vendiam comida, tudo ok!
As festas, com os amigos, com a família, com o P., com a “estrangeirada” do EUOOR não podiam faltar no meu Verão. As Ruas Floridas de Redondo das quais já falei n^2 vezes, que em termos de enfeites nas ruas foram as melhores desde que me recordo, além de que transformaram o Redondo em local obrigatório de visita durante 8 dias.
Das festas do Barro Branco guardo 3 dias de festa rija, rija porque nós a fazemos assim e a vivemos como se não houvesse amanhã. Este ano com o sabor especial a surpresa, a maior e melhor que alguma vez tive.
A Welcome Party da EUOOR prometia ser uma festinha para receber os participantes no workshop e transformou-se num regabofe que só visto, em pleno Campus da Alameda do IST. Valeu a pena os 2 dias de trabalho com o P. para por tudo de pé.
Outros momentos familiares e de amigos ainda há para recordar, deixando já saudade do fareniente e da descontracção (às vezes) que pelos últimos dois meses reinou. Quer em Lisboa, cidade onde posso dizer que já está a minha casa, quer no meu Redondo Natal, passando por essas praias que tanto falo e tanto gostei e pelo Barro Branco, há muitos momentos para repetir. Há ainda para viver aqueles momentos que não vivi, para visitar os locais que ainda não vi, para fazer as descobertas que este ano não fiz.
As aulas começam amanhã. Sobre isso falo mais tarde.





