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Coisas das férias: parte III

De todos os dias que compuseram as férias aqueles que em lugar especial guardo foram aqueles que passei com pessoas especiais.

Começando pela Costa da Caparica e aqueles saborosos dias de descanso e praia, aquelas praias mais ou menos cheias, o barulho das ondas, a brisa do mar, o sol tórrido, o escaldão, os passeios.

O Portinho da Arrábida e a sua paisagem deslumbrante compensam largamente a água fria e a areia pedregosa. Juntando a calma da praia e a paisagem reconfortante que se vê da estrada até lá chegar fazem deste um local a revisitar, outra e outra vez.

Do Super Bock Super Rock guardo uma mão cheia de concertos excelentes, que teve o seu ponto alto nos The Killers. Juntando isso a uma tarde espectacular de início de férias e à melhor companhia, tem-se uma tarde/noite para recordar. Tirando as 3 horas de fila para jnatar porque a ASAE decidiu implicar com os espaços que vendiam comida, tudo ok!

As festas, com os amigos, com a família, com o P., com a “estrangeirada” do EUOOR não podiam faltar no meu Verão. As Ruas Floridas de Redondo das quais já falei n^2 vezes, que em termos de enfeites nas ruas foram as melhores desde que me recordo, além de que transformaram o Redondo em local obrigatório de visita durante 8 dias.

Das festas do Barro Branco guardo 3 dias de festa rija, rija porque nós a fazemos assim e a vivemos como se não houvesse amanhã. Este ano com o sabor especial a surpresa, a maior e melhor que alguma vez tive.

A Welcome Party da EUOOR prometia ser uma festinha para receber os participantes no workshop e transformou-se num regabofe que só visto, em pleno Campus da Alameda do IST. Valeu a pena os 2 dias de trabalho com o P. para por tudo de pé.

Outros momentos familiares e de amigos ainda há para recordar, deixando já saudade do fareniente e da descontracção (às vezes) que pelos últimos dois meses reinou. Quer em Lisboa, cidade onde posso dizer que já está a minha casa, quer no meu Redondo Natal, passando por essas praias que tanto falo e tanto gostei e pelo Barro Branco, há muitos momentos para repetir. Há ainda para viver aqueles momentos que não vivi, para visitar os locais que ainda não vi, para fazer as descobertas que este ano não fiz.

As aulas começam amanhã. Sobre isso falo mais tarde.

Coisas das férias: parte II

Pois é, filmes e séries também não faltaram por estas férias.

O sofá e o computador, junto com a incansável tv e a não menos importante cama foram companheiros constantes.

Cheguei quase ao final da quarta temporada de How I Met Your Mother, aquela deliciosa série que tanto me faz rir. Sem dúvida que o Ted, a Robin, o Barney, a Lily e o Marshal estão mais doidos que nunca e como sempre as suas aventuras prendem-me ao pc. A FoxLife proporcionou-me outras companhias televisivas mas nada como o HIMYM para umas boas horas de fareniente.

Cinematograficamente falando, Public Enemy foi uma óptima surpresa. John Dellinger é mesmo um bandido à maneira, tal como a sua crew. O que mais me espantou no filme, além da acção, foi o documentário que vi depois sobre o gangster, no qual se mostram cenas verídicas iguaizinhas às do filme. Muito bom! Anjos e Demónios, se apenas olhar para o filme está muito bom. Os cenários, as personagens, os efeitos, as cenas, tudo ok. O problema é que eu li o livro e pronto, digamos que a história foi adulterada, cortada, apimbalhada até mais não, e foi isso que me desiludiu. Sobre o Slumdog Millionaire já falei, esse foi um filme 5 estrelas, para ver e rever.

Gosto imenso de música e é com algum amargo de boca que digo que este verão não fiz nenhuma descoberta musical particularmente interessante, apesar de ter ouvido muita música. Limitei-me às coisas mais comerciais. No campo musical exceptua-se uma mão cheia de boa música de falar ao coração, coisa que eu, como rapariga gosto, em grande parte devido a quem ma mostrou.

Falando de outras coisas boas das férias, posso dizer que aprendi uma mão cheia de pratos novos, dei alguns passos no melhoramento do meu inglês, tive o meu primeiro “acidente” de carro, cuidei do meu Kadett (batida à parte :P ), levei-o pela primeira vez à autoestrada e a Espanha (nada mau para um bote de 23 anos), formatei pc’s que me fartei, fiz montes de arrumações, aprendi a andar nuns saltos de 10cm, tornei-me uma agricultora virtual no Facebook, enfim, pequenas vitórias, pequenas conquistas, pequenas derrotas, pequenas ninharias, tudo isso nos faz crescer e aprender.

Coisas de férias: parte I

As férias estão a chegar ao fim, e como havia uma lista “To do during holidays”, chega a altura de fazer o ponto de situação.

Falemos de livros, que foram 6 mais um pouco de outro que ainda tenciono acabar em breve.

O Amanhecer de Stephenie Meyer era sem dúvida o que mais queria ler.

Não sei se é um grande livro, mas o que é certo é que o devorei de uma ponta à outra, e que apesar de esperar outro desenrolar da história, gostei imenso do livro e até tive alguma pena de a Twilight Saga já ter acabado.

A Conspiração dos Antepassados de David é sem dúvida o livro mais “esquesito” que já li, ultrapassando o antigo detentor de tão estranho galardão, As Viagens de Gulliver. Tiro-lhe os dois primeiros capítulos, que quase não li, e depois é uma louca aventura da qual até gostei.

Pu-lo a viajar no Bookcrossing para não ganhar pó.

Em A Casa de Papel Carlos Maria Dominguez fala-nos de uma loucura que eu e muitas pessoas que conheço partilhamos: a loucura pelos livros. O livro é delicioso, fácil de ler, viciante, enfim, a não perder.

Veio via sorteio do Bookcrossing, e pela mesma via vai viajar.

Danças e Contradanças é uma colecção de contos de uma das minhas autoras preferidas, Joanne Harris. São contos cheios de magia, comida, personagens singulares e crítica aguda e mordaz á sociedade dos nossos tempos. Vale a pena ler cada conto, olhar pelos olhos de cada personagem, absorver cada história.

Foi prenda de Natal do Bookcrossing.

O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo de Germano de Almeida é outra delícia literária, cheia de bom humor e das boas singularidades do Senhor Napumoceno. Devo dizer que o filme é bem mais claro acerca de quando e como acontece o quê, mas são os pormenores que enchem o livro que fazem dele tão engraçado e agradável.

A historia de Aurora, junto com toda a sua família, com todas as suas maquinações,. amores, intrigas, ódios e amizades, com a ajuda das histórias sobre o Chile que nos mostram o retrato social do país nos finais do século XIX e princípios do século XX, fazem de O Retrato a Sépia um livro muito bom, muito ao estilo do que tenho vindo  a descobrir da escrita de Isabel Allende.

Mais um livro lido no Bookcrossing.

Surprise

Best surprise ever.

Best party ever.

Best days ever.

Thank you!

Para fazer até 14 de Setembro

Acabei de me aperceber que estou com uma data de compromissos pendentes, quer com os outros quer comigo própria. E como sou e estou completamente preguiçosa, aproveito para listar aqui as coisas que me proponho fazer até dia 13 de Setembro, que no dia a seguir é dia de voltar às aulas. Trata-se de organizar a vida e rentabilizar as férias, tentando não fazer vida de porco 24 horas por dia!

  1. Arrumar os meus aposentos
  2. Livrar-me de tralhas que já não preciso
  3. Ler 10 livros (7/10)
  4. Fazer bacalhau à Brás
  5. Andar de bicicleta
  6. Ir às Piscinas de Montemor
  7. Organizar festa da EESTEC
  8. Fazer relatório das JEEC
  9. Organizar o mail
  10. Organizar as fotos
  11. Reler o Damas
  12. Limpar o Kadett
  13. Organizar visitas dos caloiros aos laboratórios
  14. Ir à Arrábida
  15. Fazer a ficha de inscrição na CPMEEC
  16. Tirar os dentes do siso
  17. Formatar o portátil
  18. Organizar o disco externo
  19. Terminar a surpresa que comecei a fazer hoje
  20. Enviar postais para o Postcrossing
  21. Organizar a colecção de postais
  22. Poupar dinheiro
  23. Comprar um porco mealheiro
  24. Ver alguns filmes
  25. Ver algumas séries
  26. Voltar à praia
  27. Organizar tralhas do IST
  28. Fazer uma refeição super calórica com a Xana e a Pip
  29. Arranjar a caixa especial
  30. Organizar o livro de receitas
  31. Levar o Kadett à revisão

Se me surgir mais alguma coisa a fazer entretanto actualizo a lista.

Vamos ver como me porto até dia 13 e quantas vitórias contra a preguiça somo :P


Sobre a Maria


Maria Barradas, 21 anos, alentejana do Redondo, que se mudou de armas e bagagens para Lisboa para estudar Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST. Estou permanentemente desorientada, sou temperamental, trabalhadora, amiga e divertida. Adoro música, tecnologia, desafios, coisas novas, livros e Bookcrossing, vegetar frente ao computador, conversar e não pouco. Não tenho gato, mas não me importava de ter. Não uso vestidos às bolas, mas foi o mais parecido que encontrei com os meus.

Twitter da Maria

  • Nigga Poison--BSO do Projecto de PSis :P (até twittar serve para não adormecer) 4 days ago
  • Ainda aqui ISTamos os 3 desgraçados relatadores e/ou programadores. Torna-se dificil pensar... 4 days ago
  • @jarr5 Obrigada e para ti também! Estamos há 12h na minha sala... 4 days ago
  • Queimadíssima! Eu e os meus coleguinhas :s 4 days ago
  • Uma salva de palmas para o Hall of Fame mais suado e mais merdoso de sempre feito por mim :D 5 days ago

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