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Fora do âmbito deste blog: Uma ajudinha

Eu e os meus colegas da cadeira de Empreededorismo estamos a realizar um inquérito essencial à elaboração do nosso trabalho.

Para tal peço-vos uma ajuda: respondam a este inquérito, que demora no máximo 30 segundos:

Já viajou para um país onde não se fala português?

Sim:
http://spreadsheets.google.com/viewform?hl=en&formkey=dFZkblVRZDV2SU9aY1Q1UXhrZ3BSeFE6MA

Não:
http://spreadsheets.google.com/viewform?hl=en&formkey=dENhc3pVOGo3dENpYXVYdXdONlpfcWc6MA

Obrigado pela colaboração

Gira-discos: Governo Gosta di Paka/Nenhum Home é Ka Perfeto

Do álbum Resistentes dos Nigga Poison, editado em 2006 (que eu perdi há um ano), uma daquelas músicas mais para o revolucionário que tanto gosto.

Procuro Tamiflu… Atchim!

Tão grande é o pânico de Gripe A que hoje assim que pus o pé fora de casa e, de lenço na boca, espirrei, a rua ficou a olhar para mim com ar de pânico.

Giro também foi passar o dia dizendo: “Não me cumprimentes com beijinhos pá, estou constipadíssima”.

Descansem-se os hipocondríacos (eu incluída): não tenho febre, dores musculares, diarreia, dor de cabeça, vómitos ou cansaço. Só espirro e tusso, sempre de lenço na boca e no nariz, e desinfecto as mãos tantas vezes quantas posso.

Estou

FELIZ!

Fluxograma das comunicações telefónicas com os meus pais

fluxo[clique para aumentar]

Não criticando os meus progenitores, porque os adoro, ora observem-se as diferenças entre comunicar com a mãe J. ou com o pai J. :-P

Para os meus vizinhos, sem qualquer consideração

Falsos amigos não preciso, dispenso a vossa inveja
Nunca hei-de vos ligar puto, seja pelo que seja
Quem fala nas minhas costas, respeita-me a cara
Para serem porcos a sério juntem-se logo a uma vara

Falsos Amigos de Mind da Gap

O King Size do Rio

Pronto, qualquer um se pode empolgar com uma câmara de televisão na frente, mas este foi demais.

Obrigada P.!

On the road

Estou a caminho do Alentejo.

Um bom fim de semana.

Até segunda Lisboa.

Sangue Fresco

Sinopse

Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade.
Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças…
Sookie Stackhouse é uma empregada de mesa numa pequena vila de Louisiana. É tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita – porque é – mas acontece que Sookie tem um certo “problema”: consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável.
Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exactamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem o seu próprio problema: é um vampiro. Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana.
Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinção?

Sem dúvida uma perspectiva muito interessante de uma integração dos vampiros na sociedade dos nossos dias. Esse foi um dos aspectos que mais gostei, porque vem trazer algo de novo em relação às histórias de vampiros a que estou habituada, em que os vampiros vivem à margem.
Da história em si esperava algo diferente, mas não deixou de me encantar o enredo, os personagens, a relação entre eles e o mistério.

Ainda não estou viciada em Sangue Fresco, mas cheira-me que mais um ou dois volumes e já não quero outra coisa :P

(Obrigada fbeatriz!)

Top Searches @ Banho Maria

Muitos são os que vêm ter ao meu cantinho, muitos são os que vêm cá ter à procura de coisas esquisitas, umas mais que outras.

Sem título

Sendo assim, o Banho Maria tem o prazer de apresentar o

TOP SEARCHES @ Banho Maria

(baseado nos termos de pesquisa que os motores de busca enviam para o meu blog)

( 10 ) jduartedj 31 agosto

( 9 ) férias sofa

( 8 ) tiras sobre o pleonasmo

( 7 ) musica de banho

( 6 ) maio de banho

( 5 ) fotos don corleone gato

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( 2 ) cachimbar migas br

( 1 ) maira com a xana de fora

Sacanas sem Lei

Que espectáculo de filme. Acção de uma ponta à outra e uma mistura de ficção e história do regime nazi, Tarantino apresenta aquilo que poderia ter sido o desfecho do regime de Hitler.

Escolha o mestrado por favor

As aulas começaram na segunda. Quarto ano de curso, início do segundo, junto com acabar o acabar do primeiro ciclo, muitas expectativas e muito trabalho em potência.

Por falar em potência, fui hoje à primeira aula de Electrónica de Potência, que junto com Filtros Analógicos e Digitais são as duas cadeiras de segundo ciclo da minha área (Electrónica) nas quais me aventurei para já. Gostei de ambas as aulas, mas fiquei tão motivada quanto assustada, porque sei a quantidade industrial de trabalho que me espera. Até porque a FAD temo que a cadeira que era sempre igual desde 1900 e troca o passo tenha mudado este semestre.

Propagação e Radiação de Ondas Electromagnéticas e Empreendedorismo, a segunda porque odeio esse tipo de coisas, a primeira porque não sei, não me motivam muito para já.

Programação de Sistemas motiva-me mas deixa-me em pânico. Porque a cadeira é difícil, porque eu não programo há dois anos e porque nunca o fiz bem.

Quando e inscrevi no querido Fónix e apareceu “Escolha o seu mestrado” rebentei de felicidade, como se não soubesse a trabalheira que implica e o facto de os meus tempos de estudante estarem a caminhar para o fim. Há que evoluir. Não, não vou dizer que o tempo desde que me mudei para Lisboa e ingressei no IST tem voado porque seria mentira. Tem passado ao seu ritmo próprio, às vezes parece rápido, outra vez lento, às vezes com sucessos, outras vezes com derrotas.

Entretanto já voltei às actividades do costume: Mentorado e inscrição de caloiros, a tesouraria do NEEC, as JEEC e as praxes, que decorrem para a semana. Aquelas pequenas e grandes coisas que me fazem ter mais trabalho mas que acarretam sempre alguma satisfação pessoal e muito convívio.

Enfim, um bom semestre para mim e para ti :P

Coisas das férias: parte III

De todos os dias que compuseram as férias aqueles que em lugar especial guardo foram aqueles que passei com pessoas especiais.

Começando pela Costa da Caparica e aqueles saborosos dias de descanso e praia, aquelas praias mais ou menos cheias, o barulho das ondas, a brisa do mar, o sol tórrido, o escaldão, os passeios.

O Portinho da Arrábida e a sua paisagem deslumbrante compensam largamente a água fria e a areia pedregosa. Juntando a calma da praia e a paisagem reconfortante que se vê da estrada até lá chegar fazem deste um local a revisitar, outra e outra vez.

Do Super Bock Super Rock guardo uma mão cheia de concertos excelentes, que teve o seu ponto alto nos The Killers. Juntando isso a uma tarde espectacular de início de férias e à melhor companhia, tem-se uma tarde/noite para recordar. Tirando as 3 horas de fila para jnatar porque a ASAE decidiu implicar com os espaços que vendiam comida, tudo ok!

As festas, com os amigos, com a família, com o P., com a “estrangeirada” do EUOOR não podiam faltar no meu Verão. As Ruas Floridas de Redondo das quais já falei n^2 vezes, que em termos de enfeites nas ruas foram as melhores desde que me recordo, além de que transformaram o Redondo em local obrigatório de visita durante 8 dias.

Das festas do Barro Branco guardo 3 dias de festa rija, rija porque nós a fazemos assim e a vivemos como se não houvesse amanhã. Este ano com o sabor especial a surpresa, a maior e melhor que alguma vez tive.

A Welcome Party da EUOOR prometia ser uma festinha para receber os participantes no workshop e transformou-se num regabofe que só visto, em pleno Campus da Alameda do IST. Valeu a pena os 2 dias de trabalho com o P. para por tudo de pé.

Outros momentos familiares e de amigos ainda há para recordar, deixando já saudade do fareniente e da descontracção (às vezes) que pelos últimos dois meses reinou. Quer em Lisboa, cidade onde posso dizer que já está a minha casa, quer no meu Redondo Natal, passando por essas praias que tanto falo e tanto gostei e pelo Barro Branco, há muitos momentos para repetir. Há ainda para viver aqueles momentos que não vivi, para visitar os locais que ainda não vi, para fazer as descobertas que este ano não fiz.

As aulas começam amanhã. Sobre isso falo mais tarde.

Coisas das férias: parte II

Pois é, filmes e séries também não faltaram por estas férias.

O sofá e o computador, junto com a incansável tv e a não menos importante cama foram companheiros constantes.

Cheguei quase ao final da quarta temporada de How I Met Your Mother, aquela deliciosa série que tanto me faz rir. Sem dúvida que o Ted, a Robin, o Barney, a Lily e o Marshal estão mais doidos que nunca e como sempre as suas aventuras prendem-me ao pc. A FoxLife proporcionou-me outras companhias televisivas mas nada como o HIMYM para umas boas horas de fareniente.

Cinematograficamente falando, Public Enemy foi uma óptima surpresa. John Dellinger é mesmo um bandido à maneira, tal como a sua crew. O que mais me espantou no filme, além da acção, foi o documentário que vi depois sobre o gangster, no qual se mostram cenas verídicas iguaizinhas às do filme. Muito bom! Anjos e Demónios, se apenas olhar para o filme está muito bom. Os cenários, as personagens, os efeitos, as cenas, tudo ok. O problema é que eu li o livro e pronto, digamos que a história foi adulterada, cortada, apimbalhada até mais não, e foi isso que me desiludiu. Sobre o Slumdog Millionaire já falei, esse foi um filme 5 estrelas, para ver e rever.

Gosto imenso de música e é com algum amargo de boca que digo que este verão não fiz nenhuma descoberta musical particularmente interessante, apesar de ter ouvido muita música. Limitei-me às coisas mais comerciais. No campo musical exceptua-se uma mão cheia de boa música de falar ao coração, coisa que eu, como rapariga gosto, em grande parte devido a quem ma mostrou.

Falando de outras coisas boas das férias, posso dizer que aprendi uma mão cheia de pratos novos, dei alguns passos no melhoramento do meu inglês, tive o meu primeiro “acidente” de carro, cuidei do meu Kadett (batida à parte :P ), levei-o pela primeira vez à autoestrada e a Espanha (nada mau para um bote de 23 anos), formatei pc’s que me fartei, fiz montes de arrumações, aprendi a andar nuns saltos de 10cm, tornei-me uma agricultora virtual no Facebook, enfim, pequenas vitórias, pequenas conquistas, pequenas derrotas, pequenas ninharias, tudo isso nos faz crescer e aprender.

Coisas de férias: parte I

As férias estão a chegar ao fim, e como havia uma lista “To do during holidays”, chega a altura de fazer o ponto de situação.

Falemos de livros, que foram 6 mais um pouco de outro que ainda tenciono acabar em breve.

O Amanhecer de Stephenie Meyer era sem dúvida o que mais queria ler.

Não sei se é um grande livro, mas o que é certo é que o devorei de uma ponta à outra, e que apesar de esperar outro desenrolar da história, gostei imenso do livro e até tive alguma pena de a Twilight Saga já ter acabado.

A Conspiração dos Antepassados de David é sem dúvida o livro mais “esquesito” que já li, ultrapassando o antigo detentor de tão estranho galardão, As Viagens de Gulliver. Tiro-lhe os dois primeiros capítulos, que quase não li, e depois é uma louca aventura da qual até gostei.

Pu-lo a viajar no Bookcrossing para não ganhar pó.

Em A Casa de Papel Carlos Maria Dominguez fala-nos de uma loucura que eu e muitas pessoas que conheço partilhamos: a loucura pelos livros. O livro é delicioso, fácil de ler, viciante, enfim, a não perder.

Veio via sorteio do Bookcrossing, e pela mesma via vai viajar.

Danças e Contradanças é uma colecção de contos de uma das minhas autoras preferidas, Joanne Harris. São contos cheios de magia, comida, personagens singulares e crítica aguda e mordaz á sociedade dos nossos tempos. Vale a pena ler cada conto, olhar pelos olhos de cada personagem, absorver cada história.

Foi prenda de Natal do Bookcrossing.

O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo de Germano de Almeida é outra delícia literária, cheia de bom humor e das boas singularidades do Senhor Napumoceno. Devo dizer que o filme é bem mais claro acerca de quando e como acontece o quê, mas são os pormenores que enchem o livro que fazem dele tão engraçado e agradável.

A historia de Aurora, junto com toda a sua família, com todas as suas maquinações,. amores, intrigas, ódios e amizades, com a ajuda das histórias sobre o Chile que nos mostram o retrato social do país nos finais do século XIX e princípios do século XX, fazem de O Retrato a Sépia um livro muito bom, muito ao estilo do que tenho vindo  a descobrir da escrita de Isabel Allende.

Mais um livro lido no Bookcrossing.

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Sobre a Maria


Maria Barradas, 21 anos, alentejana do Redondo, que se mudou de armas e bagagens para Lisboa para estudar Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST. Estou permanentemente desorientada, sou temperamental, trabalhadora, amiga e divertida. Adoro música, tecnologia, desafios, coisas novas, livros e Bookcrossing, vegetar frente ao computador, conversar e não pouco. Não tenho gato, mas não me importava de ter. Não uso vestidos às bolas, mas foi o mais parecido que encontrei com os meus.

Twitter da Maria

  • Nigga Poison--BSO do Projecto de PSis :P (até twittar serve para não adormecer) 4 days ago
  • Ainda aqui ISTamos os 3 desgraçados relatadores e/ou programadores. Torna-se dificil pensar... 4 days ago
  • @jarr5 Obrigada e para ti também! Estamos há 12h na minha sala... 4 days ago
  • Queimadíssima! Eu e os meus coleguinhas :s 4 days ago
  • Uma salva de palmas para o Hall of Fame mais suado e mais merdoso de sempre feito por mim :D 5 days ago

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