Ignorância gera violência, nela nunca procurei abrigo
Cultivo a paz pela subsistência da existência deste universo onde resido
Do álbum V Império dos Dealema, dos grandes Fuse, Mundo, Maze e X-Pião, para ouvir e voltar a ouvir.
a cozinhar ideias
Ignorância gera violência, nela nunca procurei abrigo
Cultivo a paz pela subsistência da existência deste universo onde resido
Do álbum V Império dos Dealema, dos grandes Fuse, Mundo, Maze e X-Pião, para ouvir e voltar a ouvir.
Do álbum Resistentes dos Nigga Poison, editado em 2006 (que eu perdi há um ano), uma daquelas músicas mais para o revolucionário que tanto gosto.

Pois é, filmes e séries também não faltaram por estas férias.
O sofá e o computador, junto com a incansável tv e a não menos importante cama foram companheiros constantes.
Cheguei quase ao final da quarta temporada de How I Met Your Mother, aquela deliciosa série que tanto me faz rir. Sem dúvida que o Ted, a Robin, o Barney, a Lily e o Marshal estão mais doidos que nunca e como sempre as suas aventuras prendem-me ao pc. A FoxLife proporcionou-me outras companhias televisivas mas nada como o HIMYM para umas boas horas de fareniente.
Cinematograficamente falando, Public Enemy foi uma óptima surpresa. John Dellinger é mesmo um bandido à maneira, tal como a sua crew. O que mais me espantou no filme, além da acção, foi o documentário que vi depois sobre o gangster, no qual se mostram cenas verídicas iguaizinhas às do filme. Muito bom! Anjos e Demónios, se apenas olhar para o filme está muito bom. Os cenários, as personagens, os efeitos, as cenas, tudo ok. O problema é que eu li o livro e pronto, digamos que a história foi adulterada, cortada, apimbalhada até mais não, e foi isso que me desiludiu. Sobre o Slumdog Millionaire já falei, esse foi um filme 5 estrelas, para ver e rever.
Gosto imenso de música e é com algum amargo de boca que digo que este verão não fiz nenhuma descoberta musical particularmente interessante, apesar de ter ouvido muita música. Limitei-me às coisas mais comerciais. No campo musical exceptua-se uma mão cheia de boa música de falar ao coração, coisa que eu, como rapariga gosto, em grande parte devido a quem ma mostrou.
Falando de outras coisas boas das férias, posso dizer que aprendi uma mão cheia de pratos novos, dei alguns passos no melhoramento do meu inglês, tive o meu primeiro “acidente” de carro, cuidei do meu Kadett (batida à parte
), levei-o pela primeira vez à autoestrada e a Espanha (nada mau para um bote de 23 anos), formatei pc’s que me fartei, fiz montes de arrumações, aprendi a andar nuns saltos de 10cm, tornei-me uma agricultora virtual no Facebook, enfim, pequenas vitórias, pequenas conquistas, pequenas derrotas, pequenas ninharias, tudo isso nos faz crescer e aprender.
Numa onda meio surfista ando a estudar muito de IM ao som do senhor Gentleman, que à partida não faz o meu estilo, mas que agora parece encaixar.
Falta um exame para o fim deste semestre maluco e que até tem estado a correr bem. Estou a deitar instrumentos de medidas eléctricas pelos olhos. A matéria é interessante, pronto, eu admito, mas é tanta teoria para empinar. Tantos instrumentos, com respectivos diagramas de blocos, constituintes e principios de funcionamento que sinto a cabeça a andar à roda. Irrita-me profundamente esta cadeira, porque ainda não percebi o porquê de empinar tanta matéria, quando podia fazer-se tanto exercício mais prático. Enfim, muito ao estilo daquela sensação que tenho que a maioria do que vou aprender no curso não me vai servir para nada quando estiver a trabalhar.
Entretanto arranjei um espacinho para ler. Terminei ao fim de dois meses o Comer, Orar, Amar, um livro muito para mulheres como eu, leve, agradável, mas no fundo com uma mensagem muito importante sobre a procura do verdadeiro eu. Comecei Os da Minha Rua de Ondjaki depois, que estou a achar absolutamente delicioso.
Aqui está uma música que me faz lembrar uma tarde brutal!
Entretanto estou no IST desde as 5h a ser brutalmente espancada com Matemática Computacional Já não vejo iterações à frente!
Metade das cadeiras já estão feitas mas nem por isso estou menos nervosa.
Enfim… ao trabalho Maria!
Para o P.!
Muito bom o som. Já tinha saudades dos sons do senhor Xeg. Agora é tempo de experimentar o álbum “Outros Tempos”.
Filosofias à parte (porque as detesto), finalmente parece que ando a colher frutos de tamanho razoável do trabalho. Ser perseverante e trabalhar vai compensando em larga medida. Estou cansada de morte, tenho algum trabalho para fazer, mas nada disso me assusta, confiança é o que não me falta por estes dias.
Na sexta fui com o pessoal ao Super Arraial do IST. Estava meio que vazio, mas foi bom estar com a malta fora do ambiente de trabalho. Safou-se o David Fonseca, que apesar de não ser música que consumo regularmente, deu um belo concerto.
Entretanto no domingo passei uma bela tarde para cá e para lá com a Pip e a Alexandra para cá e para lá na Feira do Livro, com jantar no Chiado que eu tanto adoro e chazinho no Vertigo, um espaço muito agradável que a Alexandra recomendou.
Ainda houve tempo na semana passada para ver o filme Twilight. Depois do livro que me fez ir de directa para um exame, estava curiosa pelo filme. Logo me desiludi, porque apesar de não estar mau de todo para um filme, penso que a história é muito melhor explorada no livro.
A minha E. conseguiu entretanto o emprego que queria, e apesar de ser só à experiência acredito que seja para ficar, não há pessoa mais empenhada que ela. Curioso é que nem há um mês estava ela aqui comigo a queixar-se de que não tinha esperanças nenhumas.
Enfim, estou feliz, passo os dias a sorrir, é bom!
Hoje não há mais nada a dizer
Estou simplesmente a dar as últimas, depois de ter sobrevivido a 3 testes na semana passada, 2 relatórios nesta semana e mais um mini teste amanhã. Começa a ser difícil levantar-me da cama, ou de qualquer sítio que seja, não por falta de vontade, mas porque o corpo reclama, e de que maneira.
Nunca fui muito ligada a música clássica, mas depois de ter visto mais uma vez Gustavo Dudamel na televisão tive vontade de ouvir e ver o mostro da batuta que ele é. Simplesmente indescritível. Faz bem para acalmar a alma que por estes dias anda muito sobressaltada.
Comecei entretanto a ler Comer, Orar, Amar de Elizabeth Gilbert, como forma de manter a sanidade mental e me abstrair de tanto trabalho e até agora estou fascinada (e só ainda estou em Itália). Às vezes tenho a estranha sensação de me estar a ver ao espelho.
Consegui também tempo para finalmente ler Anjos e Demónios e devo dizer que adorei, digam o que disserem, mas a partir do momento em que não consigo parar de ler aquilo é para mim um bom livro. E agora, mesmo sabendo que me vou desiludir porque tenho uma tendência para odeiar filmes feitos a partir de livros, estou cheia de curiosidade de ver o filme, nem que seja para ver Roam, local que de repente me apetece visitar.
Absolutamente fantástico. Parabéns à Susan que teve coragem de desafiar o preconceito daquela gente toda que estava a gozar com ela! Bem feito!
Acabei de encontrar no Twitter um link para uma notícia, publicada na CNN, onde se pode ler o seguinte:
Rapid-fire TV news bulletins or getting updates via social-networking tools such as Twitter could numb our sense of morality and make us indifferent to human suffering, scientists say.
Não deixo de concordar. Ler uma frase de 140 caracteres a dizer que caiu um avião não é exactamente o mesmo do que ver a notícia na TV, lê-la num jornal, ou ouví-la através da rádio. Sem dúvida que o Twitter nos tira um pouco das emoções (boas e más) que advêm das notícias, mas eu confesso-me muito apologista do fenómeno, porque me permite manter informada mesmo quando não tenho tempo para ver telejonais e vasculhar nos sites dos media.
O resto da notícia aqui:
http://edition.cnn.com/2009/TECH/ptech/04/14/twitter.study/index.html
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Vi hoje que tinha morrido José Franco, o criador da pequena aldeia de barro no Sobreiro, Mafra. Ainda me lembro de talvez com os meus sete anos ir até lá com a minha família, e ainda hoje recordo aquelas pequenas figurinhas de barro com o fascínio de há 14 anos atrás. Aconselho vivamente!
Mais info aqui: http://www.cm-mafra.pt/turismo/aldeia.asp
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Não sendo eu grande fã de Luís Represas, dei por mim hoje, numa animada* viagem de Expresso até Lisboa, a ouvir esta música, e de facto encheu-me as medidas, vá-se lá saber porquê. Nunca tinha reparado na música, e pelo que vi nem nova é.
* Chamo-lhe animada porque ao volante ia o motorista mais cómico de sempre, que além de não parar de contar histórias e dizer piadas ainda contava mentiras com uma velocidade incrível
De Black Company, “É só malucos” é uma frase que digo muitas vezes, prinipalmente quando vou na estrada. Porque será?