
Sinopse
Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade.
Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças…
Sookie Stackhouse é uma empregada de mesa numa pequena vila de Louisiana. É tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita – porque é – mas acontece que Sookie tem um certo “problema”: consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável.
Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exactamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem o seu próprio problema: é um vampiro. Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana.
Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinção?
Sem dúvida uma perspectiva muito interessante de uma integração dos vampiros na sociedade dos nossos dias. Esse foi um dos aspectos que mais gostei, porque vem trazer algo de novo em relação às histórias de vampiros a que estou habituada, em que os vampiros vivem à margem.
Da história em si esperava algo diferente, mas não deixou de me encantar o enredo, os personagens, a relação entre eles e o mistério.
Ainda não estou viciada em Sangue Fresco, mas cheira-me que mais um ou dois volumes e já não quero outra coisa
(Obrigada fbeatriz!)
O Amanhecer de Stephenie Meyer era sem dúvida o que mais queria ler.
A Conspiração dos Antepassados de David é sem dúvida o livro mais “esquesito” que já li, ultrapassando o antigo detentor de tão estranho galardão, As Viagens de Gulliver. Tiro-lhe os dois primeiros capítulos, que quase não li, e depois é uma louca aventura da qual até gostei.
Em A Casa de Papel Carlos Maria Dominguez fala-nos de uma loucura que eu e muitas pessoas que conheço partilhamos: a loucura pelos livros. O livro é delicioso, fácil de ler, viciante, enfim, a não perder.
Danças e Contradanças é uma colecção de contos de uma das minhas autoras preferidas, Joanne Harris. São contos cheios de magia, comida, personagens singulares e crítica aguda e mordaz á sociedade dos nossos tempos. Vale a pena ler cada conto, olhar pelos olhos de cada personagem, absorver cada história.
O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo de Germano de Almeida é outra delícia literária, cheia de bom humor e das boas singularidades do Senhor Napumoceno. Devo dizer que o filme é bem mais claro acerca de quando e como acontece o quê, mas são os pormenores que enchem o livro que fazem dele tão engraçado e agradável.
A historia de Aurora, junto com toda a sua família, com todas as suas maquinações,. amores, intrigas, ódios e amizades, com a ajuda das histórias sobre o Chile que nos mostram o retrato social do país nos finais do século XIX e princípios do século XX, fazem de O Retrato a Sépia um livro muito bom, muito ao estilo do que tenho vindo a descobrir da escrita de Isabel Allende.
Mas que filme absolutamente brutal, o melhor dos poucos que vi este ano. Somos convidados a mergulhar nas memórias de um Slumdog que de um dia para o outro se torna milionário. Apesar de já não ser recente aconselho a quem ainda não viu, vale a pena. A propósito deste filme aprendi a fazer pipocas (embora não as fizesse)/fiquei com um tacho todo preto/comi as melhores pipocas de sempre. Gostei P.!
No sábado fui à feira do livro de Lisboa com a
E eu fechada no apartamento tentando descobrir a diferença entre um transístor BC547B e um BC547C! A verdade é que adoro Electrónica mas há coisas que mesmo dentro de Electrónica conseguem deixar-me com os cabelos em pé.



